Deputado Estadual Rômulo Fernandes fortalece luta pelo fim da escala 6x1 com ações do Mandato em Movimento nas ruas

Por Portal Opinião Pública 28/05/2026 - 12:39 hs
Foto: Divulgação
Deputado Estadual Rômulo Fernandes fortalece luta pelo fim da escala 6x1 com ações do Mandato em Movimento nas ruas
Rômulo Fernandes defende que debate pelo fim da escala 6x1 visa garantir direito de descanso

O deputado estadual Rômulo Fernandes voltou a defender o fim da escala 6x1 e destacou que a luta por melhores condições de trabalho precisa acontecer junto da população, ouvindo quem sente na pele o peso da rotina exaustiva enfrentada por milhões de brasileiros.

Segundo o parlamentar, o debate sobre a redução da jornada de trabalho não é sobre “trabalhar menos”, mas sobre garantir que trabalhadores e trabalhadoras tenham direito ao descanso, à convivência familiar e à própria saúde física e mental.

“Tem muita gente sobrevivendo no automático. Trabalha seis dias, descansa um, e mesmo assim continua cansado. Falta tempo pra viver, pra cuidar da família, pra estudar e até pra cuidar da própria saúde”, afirmou Rômulo.

O deputado ressaltou que o seu mandato tem construído esse debate de forma popular, através do “Mandato em Movimento”, com ações nas ruas, conversas nos bairros e diálogo direto com a população trabalhadora.

“Nosso mandato não fica preso dentro de gabinete. A nossa militância está nas ruas todos os dias conversando com o povo, entendendo a realidade de quem pega ônibus lotado, enfrenta jornada pesada e chega em casa sem energia até pra viver seus próprios momentos”, declarou.

Para Rômulo Fernandes, o crescimento da mobilização pelo fim da escala 6x1 mostra que os trabalhadores estão cada vez mais conscientes da importância da organização coletiva e da participação popular.

“Nenhum direito caiu do céu. Toda conquista trabalhista veio da luta, da pressão popular e da coragem de quem decidiu não aceitar viver só para trabalhar”, disse.

O parlamentar também destacou a situação das mulheres trabalhadoras, que muitas vezes acumulam jornadas invisíveis dentro de casa após o expediente formal.

“A trabalhadora ainda enfrenta uma carga muito maior. Muitas saem do trabalho e continuam trabalhando em casa, cuidando dos filhos, da comida, da família. Essa discussão também é sobre justiça social”, completou.

Rômulo finalizou afirmando que a luta por uma jornada mais humana representa um debate sobre dignidade e futuro.

“O trabalhador não quer luxo. Quer apenas o direito de viver com dignidade”.